É, a notícia é essa mesmo. Ué? Como pode? O negócio é o seguinte: as taxas de crescimento são calculadas a partir das variações dos índices de volume entre 2007 e 2008, enquanto a participação do estado no PIB nacional considera os preços de 2008. Se os preços dos bens em que a economia paulista é especializada crescem mais lentamente que os demais, é bem possível que aconteça o fenômeno descrito no título do post.
Agradeço ao meu colega Miguel Matteo pela explicação. (Antes de ir para o IPEA, ele era o cara que fechava o PIB de SP pela fundação SEADE. Sabe tudo do negócio.)