30/11/11
28/11/11
Mais um prêmio!
As consequências de longo prazo da partilha da África
25/11/11
Economia Regional e Urbana: Teoria e Métodos com ênfase no Brasil
"Como firmas industriais reagem a restrições de infraestrutura? Evidências do racionamento de eletricidade de 2001/02 no Brasil"
24/11/11
Daniel Cerqueira ganha o Prêmio Haralambos Simeonidis!
(Em breve, outra notícia de prêmio...)
23/11/11
Um teste da hipótese de Roberto Campos
22/11/11
Pareto em Cuba?
OK,.estou chutando, mas imagino que a coisa deve piorar para os cubanos mais pobres (i.e. aqueles que não são do partido ou estão longe do setor turístico). Uma pitada de racionalidade em um hospício econômico pode ter conseqüências perversas.
*Não, não era treinamento. Apenas sol, praia e mojitos.
21/11/11
World Congress Regional Science Association International 2012
18/11/11
17/11/11
Grand Pursuit: the story of economic genius, minha leitura do feriado
14/11/11
A revolução industrial e o Steven Jobs
11/11/11
Uma alternativa para as áreas mínimas comparáveis
10/11/11
Diversos
- No Urban Demographics, o mapa dos clusters da China e a lógica fuzzy;
- As previsões para 2012 em cartoon;
- Michael Lewis traça um perfil do Daniel Kahneman . Falando nisso, o William Easterly elogia ao extremo o seu livro novo ;
- Alexandre Manoel está escrevendo em um blog sobre o estado de Alagoas . O Alexandre é meu colega de coordenação de federalsimo no IPEA, mas está cedido à prefeitura de Maceió;.
- Eu não o conheço e ainda não li os seus papers, mas aí vai o site do Leonardo Bursztyn (graduação e mestrado na UNB e doutorado em Harvard). Tudo parece bem interessante.
Deterioração dos termos de troca e volatilidade das exportações
(Alerta: trata-se de um post irônico)
09/11/11
My house, my life
Novo número do Boletim Radar
New Structural Economics e as críticas da Anne Krueger
"What purports to be the “new” part is the assertion that coordination and upgrading of infrastructure should in some way be related to particular industries. It is at this point where a question arises: most economists would accept the view that cost–benefit analysis should be used in the choice of infrastructure projects. If “externalities” and “coordination” are important, are they important for specific industries or for the entire industrial economy? If the former, how are those industries to be identified, and how would the externalties be estimated in cost–benefit analysis? Or would they? If infrastructure is seen to be industry-specific, it is not clear what it is. As with the possible existence of infant industries, it is one thing to believe that there are such industries (perhaps) and quite another to identify ahead of time which they are. And even if such industries exist and are identified, questions arise as to the incentives that would be appropriate for the government to foster these industries. (Would they be firm-specific treatment? Tariffs? Subsidies to firms or industries? Each has huge problems.) And if it is more “conventional,” what is new? If infrastructure is specific to industry (or a group of industries), the same questions must be addressed. (...)
“Picking winners” as industries is difficult; it cannot be firm specific or the usual problems of corruption and cronyism arise. And yet supporting an industry or industries as an undifferentiated entity is difficult: are textiles an industry? Or is synthetic fiber an industry? Or is nylon an industry?"Vale a pena ler o texto inteiro.
08/11/11
A lei da picaretagem científica
Quanto mais intenso o culto à personalidade em um campo do conhecimento, mais papo furado ele é.
07/11/11
Familismo na Academia
Um belo estudo sobre o familismo nas universidades italianas. Em resumo: depois da descentralização, nos lugares com baixo civismo, os parentes foram contratados pelos departamentos. A academia brasileira tem todos os problemas possíveis, mas o familismo não parece ser uma deles. Por que? Alguma sugestão? Atualização: respostas possíveis: 1) acadêmico brasileiro não confia nem na família; 2) no Brasil, os retornos de educação são tão grandes e os salários relativamente baixos na universidade que o pai usa sua influência para arrumar um emprego fora da academia. 3) na verdade, somos mais meritocráticos do que pensamos.
A Nova Agenda: Desafios e Oportunidades para o Brasil
Seminário hoje no Instituto Teotônio Vilela. Os palestrantes: Gustavo Franco, Armando Castelar, Persio Arida, Bacha... e - not least - o meu colega de coordenação Marcelo Caetano. Super bacana!
A Grande Realocação é a culpada pela Crise de 2008
Eu realmente não sei o quanto dessa tese está certa, nem como testá-la. De qualquer forma, acho que faz bastante sentido.
Marcadores: Crise, Desenvolvimento, Economia Internacional, Economia Regional
06/11/11
A participação social pode ser ruim para o planejamento urbano?
"...collective choice is inherently biased toward favoring a city’s or neighborhood’s current residents, against potential future residents. This makes policies created through collective choice inherently anti-density and anti-growth. It also means that cities come with a built-in vested interest that wants to protect their property. When planning departments allow this group to protect their interest through the political process, the market process is stifled because entrepreneurs cannot take advantage of available profit opportunities to increase urban density.Furthermore, collective choice leads to many unholy alliances, such as NIMBYs and historic preservationists, NIMBYs and environmentalists who want to protect open space, NIMBYs and those opposed to new transit projects, etc. In other words, collective choice leads to many of the results that urbanists criticize."A primeira parte da série está aqui.
(Como seguidor do Mancur Olson, eu escrevi algo parecido, muitas luas atrás, sobre os riscos de políticas regionais abertas à participação: ver a página 185 aqui (pdf, 13 MB).)
"36 hours in Brasília", meus pitacos
02/11/11
Diversos
- Podcast da BBC sobre a História da Matemática
- Como seria esse mapa no Brasil?(via Sabino Porto Jr.)
- Crowdsourcing: doações privadas para pesquisas científicas. O meu projeto predileto é esse. Desculpe, Donald, mas a sua reputação já está manchada.
- Para superar a bizarrice do último link: o Primeiro Encontro Mundial de Blogueiros se declarou "Contra qualquer restrição no acesso à internet, como os impostos hoje pelos EUA no seu processo de bloqueio à Cuba. " Dificil entender a cabeça dessa gente.
01/11/11
Rodrik e a Política Industrial
O mais questionável no trabalho, contudo, é o viés de seleção. O autor afirma que o resultado sugere que a chave da convergência de renda está na capacidade do país fazer a mudança estrututral na direção da manufatura. No entanto, ele só pega a convergência de produtividade dos que desenvolveram a manufatura a ponto de estarem na base de dados. Se a indústria quebra ou nem chega a se desenvolver no país, ela sai da amostra.
Tem um outro trabalho do Rodrik (com McMillan) apresentado no seminário do Banco Mundial (Via Escolhas e Conseqüências) que vai na mesma direção. Um Powerpoint do debatedor aponta as partes mais problemáticas do argumento de Rodrik e cia. Claro que não sei da réplica, mas achei os pontos bem pertinentes.
Voltando para o caso brasileiro, vale ler o Mansueto sobre a produção de Ipads aqui..A minha posição, vocês sabem, é de que isso passa de cargo cult.
