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Mostrando postagens de Abril, 2016

Historical trades, skills and agglomeration economies por Ehrl e Monasterio

Nova versão do paper está on-line. Comentários são bem-vindos!:
Historical trades, skills and agglomeration economies We exploit differences in the spatial distribution of industrial and liberal occupations in the years 1872 and 1920 to instrument for today's concentration of interpersonal and analytical skills in Brazil. The data suggest that the local supply of knowledge and manufacturing provided by these historical trades favored a growth path that has shaped the occupational structure until the present day, whereby the existence of a large local consumer market was a necessary condition for this development. By means of these instruments, we present causal evidence that the regional concentration of interpersonal and analytical skills generates positive wage externalities. Particularly university graduates and workers without formal education benefit most from these agglomeration economies.

A culpa é da mandioca

Ótimo artigo sobre os determinantes do desenvolvimento no longo prazo.  A batata era a heroína do crescimento europeu, mas agora os tubérculos são os culpados pelo atraso mundo. O argumento é que as batatas são difíceis de serem roubadas; já o cereais, como não são perecíveis, tem que ser protegidos (e também podem servir para pagar os impostos). A matéria ficou interessante porque ouviu também os críticos dessa tese.
Dois pontos adicionais:
- Thales Zamberlan, que me mandou o link, chamou atenção para um possível erro nos dados. Brasil consta nos mapas da matéria e do artigo como sendo uma área propensa aos cereais e com governo complexo antes do Cabral chegar. Estranho. Se erraram isso...
- Os índios brasileiros faziam farinha de mandioca aos montes e, mesmo assim, nunca desenvolveram Estados complexos. (Obrigado pela farofa, a propósito. Talvez a única coisa que sinto falta em Los Angeles).

Dica para quem está começando no R

Ao invés de aprender a usar data.frame, plot e os comandos nativos, comece logo com: data.table, ggplot2 e dplyr. São pacotes bem mais modernos, fáceis e capazes.
Eu dou esse conselho porque comecei no R faz 11 anos e agora estou tendo que reaprender tudo. Dureza para um cabeça já cansada.

O Gasto Público e o Ciclo da Política Fiscal - 1999-2014 por Orair e Gobetti

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