100 de nascimento da Jane Jacobs
Ela é a autora do melhor livro-de-economia-sem-tabela que-já-li: The Death and Life of Great American Cities. A Google fez doodle em homenagem. Mais do que merecido.
Reviewed by Leo Monasterio
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maio 04, 2016
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Historical trades, skills and agglomeration economies
We exploit differences in the spatial distribution of industrial and liberal occupations in the years 1872 and 1920 to instrument for today's concentration of interpersonal and analytical skills in Brazil. The data suggest that the local supply of knowledge and manufacturing provided by these historical trades favored a growth path that has shaped the occupational structure until the present day, whereby the existence of a large local consumer market was a necessary condition for this development. By means of these instruments, we present causal evidence that the regional concentration of interpersonal and analytical skills generates positive wage externalities. Particularly university graduates and workers without formal education benefit most from these agglomeration economies.
Os resultados mostram que, nos últimos 16 anos, a média de crescimento real da despesa primária pouco variou e, em alguns itens, foi maior na fase contracionista (1999-2006) do que na fase expansionista (2007-2014). Isto evidencia não só uma elevada rigidez da despesa, mas certa inércia, associada principalmente aos benefícios sociais (previdenciários e assistenciais), que restringem a margem de manobra fiscal do governo em momentos de ajuste como o atual. Demonstramos ainda que o “expansionismo fiscal”, se medido pelas taxas de crescimento das despesas de custeio e capital, não se acentuou entre o segundo governo Lula e o primeiro governo Dilma, o que contraria o senso comum. Contudo,identificamos uma mudança expressiva no mix da política fiscal: inflexão entre um período cuja redução estrutural do resultado primário foi canalizada predominantemente para investimentos (2006-2010) e um período de maior expansão das despesas de custeio, subsídios e desonerações (2011-2014), que não logrousucesso em sustentar o crescimento econômico. Ou seja, os resultados sugerem que a composição do gasto público – que sintetiza o aspecto qualitativo do gasto – é fundamental para o sucesso de políticas contra-cíclicas e de crescimento, mesmo em contexto de ajuste fiscal como o atual.Sugiro também os outros ganhadores: no 2o. lugar tem um trabalho que usa a descontinuidade do FPM para estimar o impacto das transferências na desigualdade (fui citado lá) e o 3o lugar trata da qualidade do gasto no bolsa família. Enfim, muita coisa boa.
Este blog se mudou de mala e cuia para o substack https://bodegamonasterio.substack.com/ Assinem e divulguem, por favor!
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