Hipóteses testáveis sobre primeiros nomes no Brasil
- Uma classe copia - com alguma defasagem - os nomes da classe superior. Se for assim, hoje, os mesmos nomes de - sei lá - médicos com 50 anos devem ser observados nas ocupações imediatamente inferiores aos 25 anos;
- Esse ciclo de nomes serão mais intensos nas classes intermediárias. Muito pobres ou muito ricos nem tem razão para emularem as outras classes. Os muito ricos mesmo não estão nem aí (porque não precisam) e nem os miseráveis (tem mais coisas com o que se preocupar. Ver ponto #3);
- A queda da mortalidade infantil levou à queda na frequência de nomes religiosos. O risco de morte do bebê é menor, as mães não precisam orar ou fazer promessas e, portanto, a gama de nomes se amplia. Se isso for verdade, os lugares com quedas mais intensas da mortalidade infantil observarão maiores reduções na frequência de nomes religiosos.
Alguma outra hipótese ?