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Mostrando postagens de Outubro, 2016

XVII JOLATE -Jornadas Latino-Americanas de Teoria Econômica- Brasília - 3-5 novembro

Os meus colegas da UCB organizaram o evento. O Costas Azariades é um dos palestrantes. Vejam a programação:

Sugestões de séries

Minha credencial-hipsterística-moderninha: neste blog eu já recomendava Black Mirror no carnaval de  2013, antes de se modinha.
Aí vão outras recomendações não muito populares:
- Occupied: série norueguesa. Ideia central: russos invadem a Noruega;
- Deutschland 83: um The Americans na Alemanha dividida;
- Nightly Night, série inglesa humor negro com a genial Julia Davis. Ao contrário das outras sugestões, essa não agrada qualquer um.  Ela também fez o bom Hunderby (meio que zoando Downton Abbey).
Sugestões?

"Coffee, Immigrants and Growth in Brazil" por Anna Faria

Proposta: uma restrição "orçamentária" na regulamentação

A PEC 241 contribuiu para mostrar que - com uma restrição orçamentária rígida - R$1 a mais de gasto público em A significa R$1 a menos em B.
Contudo, o legislador não enfrenta qualquer restrição do furor regulatório. Só ontem, aprovaram 20% de motoristas mulheres de uber em Porto Alegre e, no RJ, discutem a obrigatoriedade do café gratuito nos restaurantes.
Minha proposta é criar uma restrição da seguinte forma:para cada nova regra, uma (ou duas, três....) outra tem que ser abolida. (Ou, para evitar malandragens, talvez a equivalência poderia ser entre o número de atingidos pela regra nova e a extinta)
Dei uma googlada e descobri que a Alemanha estabeleceu exatamente isso em 2015.
Atualização: eu devo ter lido e esqueci, mas o Tabarrok já escreveu sobre isso no ano passado. Nos comentários, avisaram que a Inglaterra segue o princípio: one in, two out. Agradeço ao @RodrigoGConejo pelo aviso.

Diversos

Sensacional tese do Pedro Souza "A desigualdade vista do topo: concentração de renda entre os ricos no BR 1926-2013" está on-line. A propósito, o Marcelo Medeiros, orientador da tese, publicou um capítulo no World Social Science Report da Unesco e um artigo bacana sobre educação e os 1%;Meu amigo Ulysses Gamboa, lançou Macroeconomia Para Gestão Empresarial. Eu comi mosca e esqueci de divulgar a lançamento em SP. Recomendo!Belíssimo capítulo do Rodrigo Orair sobre financiamento dos municípios no Brasil de hoje;Revista de Economia de Empresas da UCB está com uma chamada para o número especial de artigos sobre finanças. Autores devem contactar bree.finance@gmail.com;Uma ótima entrevista do Marcos Mendes para o Mercado Popular explicando a PEC 241 (video). Quem estiver ainda com dúvidas, pode ver o vídeo (+ de 4 horas!)  da apresentação dele e do Mansueto no Senado. Vale ver o debate também;Como deixei de ter medo da Lei de Wagner e passei a amá-la; A apostila de econometria apl…

Prêmio Paulo Haddad

O trabalho feito pelo Júlio Lopes e por mim:
Novas medidas de localização a partir da análise de distância de pontos: um estudo empírico para a indústria de transformação de São Paulo ganhou o Prêmio Paulo Haddad no encontro da Associação Brasileira de Estudos Regionais.
O Júlio - do Banco do Brasil-  foi meu orientando de mestrado na UCB. Agradecemos aos colegas da Dirur/Ipea pelo apoio nos dados e à Vanessa Nadalin, também membro da banca. (Ela, a propósito, acabou de publicar um paper bacana sobre vacância urbana em SP)

Música ao vivo é uma taxa

Odeio música ao vivo em restaurantes. Se é boa, não consigo apreciar tranquilo enquanto como. Se é ruim, é ruim e atrapalha a ingestão. Ontem tive que mudar de restaurante duas vezes, porque - após entrar- descobri que havia um infeliz tocando "Nada ficou no lugar..." enquanto outros mastigavam.
Afinal, porque diabos isso existe? Eu acho que a maior parte dos consumidores é como eu (talvez não tão mal humorada): optaria pelo silêncio. Claro que existe um parcela do público que realmente gosta de música ao vivo, mas talvez haja outra explicação.
Lá vai: couvert artístico é um "mal", em vez de um bem econômico. Ambos restaurantes que eu desisti (Coco Bambu e Piauíndia) encheriam de qualquer forma no almoço de sábado. Cobrar o couvert artístico é um jeito de impor uma 'taxa de congestionamento" sem aumentar os preços no menu e evitar as filas. Se eu tivesse ficado, meu excedente do consumidor diminuiria, mas eu deixaria uns R$6 a mais na conta. Vou lá outro …