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Mostrando postagens de Fevereiro, 2016

"Um Americano Reconta o Império" Elio Gaspari sobre Summerhill

Na coluna do Elio Gaspari de hoje:
"O professor William Summerhill, da Universidade da Califórnia, é um bruxo da pesquisa econômica. Em 1998, ele publicou um artigo sobre a construção de ferrovias até os primeiros anos da República e virou de cabeça para baixo a sabedoria convencional que envolvia o assunto. Elas foram um operação bem sucedida, fator de grande progresso. Summerhill está de novo nas livrarias americanas com "Inglorious Revolution" (em tradução livre, "Uma Revolução Inglória - Instituições Políticas, Dívida Soberana e Subdesenvolvimento Financeiro no Brasil Imperial").
Trabalho prodigioso de pesquisa lida com um paradoxo: A teoria ensina que os países que honram suas dívidas progridem. Durante todo o Império, o Brasil honrou suas dívidas interna e externa e não progrediu. O crédito do Império em Londres era tão sólido que resistiu até a um rompimento de relações com a Inglaterra.
 Entre os muitos fatores do atraso, um está aí até hoje. O sistem…

Diversos e crise brasileira

Excelente resenha do Tyler Cowen contra o pessimismo tecnológico;Obama, Katrina, and the Persistence of Racial Inequality: discurso do Robert Margo na presidência da Economic History Association;Summer School in Urban Economics para estudantes de doutorado: Combes, Overman, Puga...  eu daria um dedo para comparecer. Vocês já devem estar de saco cheio de ler sobre a tragédia brasileira, mas aí vão textos bacanas de amigos:
Previsões do Irineu para 2016;William Summerhill, meu tutor aqui na UCLA, deu entrevista para a Isto é Dinheiro. Por fim, o Manual de sobrevivência na universidade: da graduação ao pós-doutorado, minha opus magnum, está em promoção por R$1,99 e voltou a lista dos mais vendidos da Amazon.

Fiscal Redistribution in Latin America since the Nineteenth Century por Abad e Lindert

O milagre da agricultura brasileira

Tirei o gráfico do texto do Lee Alston e Bernardo Mueller.

Intergenerational Mobility during the Great Depression, por James Feigenbaum

Hipóteses testáveis sobre primeiros nomes no Brasil

Uma classe copia - com alguma defasagem - os nomes da classe superior. Se for assim, hoje, os mesmos nomes de - sei lá - médicos com 50 anos devem ser observados nas ocupações imediatamente inferiores aos 25 anos;Esse ciclo de nomes serão mais intensos nas classes intermediárias. Muito pobres ou muito ricos nem tem razão para emularem as outras classes. Os muito ricos mesmo não estão nem aí (porque não precisam) e nem os miseráveis (tem mais coisas com o que se preocupar. Ver ponto #3);A queda da mortalidade infantil levou à queda na frequência de nomes religiosos. O risco de morte do bebê é menor, as mães não precisam orar ou fazer promessas  e, portanto, a gama de nomes se amplia. Se isso for verdade, os lugares com quedas mais intensas da mortalidade infantil observarão maiores reduções na frequência de nomes religiosos. Alguma outra hipótese ?