22/05/15

Chamada da RBEE: número especial sobre Economia Regional

Prazo: 31 de outubro de 2015. Aí vai:  
O corpo editorial da Revista Brasileira de Economia de Empresas (RBEE) está organizando uma edição especial desse periódico sobre Economia Regional, a ser publicada no primeiro semestre de 2016. Convidamos todos os interessados a submeterem artigos para essa Edição Especial da RBEE.
A RBEE é uma publicação do Mestrado e Doutorado em Economia da Universidade Católica de Brasília. Atualmente, a RBEE está classificada como B3 no sistema QUALIS-CAPES da área de Economia. Além disso, ela está indexada em algumas das principais bases de dados internacionais, incluindo EBSCO Publishing, EconLit e ProQuest.
As submissões, com identificação completa, informação para contato e afiliação institucional dos autores, devem ser enviadas para o E-mail rbee.regional@gmail.com, com o assunto “Edição Especial RBEE” e especificação da área de submissão no corpo do e-mail. A data limite para submissões é 31 de outubro de 2015. Ao realizar uma submissão, os autores declaram concordar com as políticas editoriais da RBEE. Os trabalhos submetidos serão avaliados e selecionados de acordo com a política editorial da RBEE, que está disponível em http://portalrevistas.ucb.br/index.php/rbee/index.
Comitê Científico
Prof. Dr. Carlos Vinícius Santos Reis
Prof. Dr. Leonardo Monteiro Monastério
Prof. Dr. Tito Belchior Silva Moreira
Prof. Dr. Wilfredo Sosa Sandoval
Áreas Temáticas
- Regional economics
- Urban economics
- Economic Geography
- Spatial Economics
- Spatial Analysis
- Housing and labor markets
- Fiscal Federalism
- New Economic Geography
- Transport economics
- Spatial analysis of Poverty and inequality
- Microeconomic analyses of spail phenomena
Formatação do artigo
Os artigos devem ser escritos em português ou inglês e ter extensão máxima de 35 páginas, numeradas sequencialmente. O texto deve ter espaçamento de 1,5 cm, fonte Times New Roman de tamanho 12 e margens de 2,5 cm. A submissão do artigo deve ser em formato Microsoft Word (versão 97 ou posteriores). A página de rosto deve incluir o título, um resumo de até 200 palavras, um abstract de até 200 palavras, 3 a 5 palavras-chave, em português e inglês e 1 a 5 códigos JEL. O texto deve começar na segunda página. As referências bibliográficas dos artigos devem ser elaboradas de acordo com as normas da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT, NBR-6023) e apresentadas no final do texto.
Atenciosamente,
Carlos Vinícius Santos Reis
Leonardo Monteiro Monastério
Tito Belchior Silva Moreira
Wilfredo Sosa Sandoval
Editores da Edição Especial sobre Economia da Inovação
Revista Brasileira de Economia de Empresas

20/05/15

Ciência e fraude: um caso recente

Parecia um resultado sensacional. O experimento mostrava que bastaria uma conversa para trocar a posição das pessoas sobre assuntos controversos. O papo com um entrevistador abertamente gay mudaria a opinião do entrevistado e o efeito persistiria no longo prazo.
O problema é que o estudo, tudo leva a crer, é uma fraude. Outros pesquisadores mostraram que o autor inventou os dados. Ou melhor, ele pegou outra base de dados, colocou ruído e inventou a narrativa. O texto que revela a fraude é quase um conto policial. Vale muito a leitura. (Além de vir como código em R!)
 Meus pitacos:

  • Isso é a Ciência no seu pior e também no seu melhor. De um lado, mostra que a busca pelo sucesso na profissão pode levar gente inteligente a cometer crimes. De outro, mostra o funcionamento dos filtros da ciência. A fraude foi identificada e os autor será - certamente - punido. 
  • O evento revela um dos meus medos com os métodos quantitativos novos (randomized control trials, regressões com descontinuidade etc...). Quando a econometria era pobrinha, ninguém acreditava muito nos resultados. Depois da Credibility Revolution, o pessoal compra os resultados sem saber dos problemas do experimento ou mesmo das questões institucionais que foram mascaradas do parecerista. Não quero voltar ao passado, só quero que o ceticismo seja mantido.
(Agradeço  Lucas Novaes pelo link)

19/05/15

Luditas, os originais

Ótimo podcast sobre os primeiros Luditas. Com direito a trechos de entrevista com o Joel Mokyr  e Bob Allen, os maiores historiadores vivos da Revolução Industrial. Transcript aqui.

Nova edição do Manual: o que incluir?

Pensei em fazer um nova edição do Manual de sobrevivência na universidade para lançar em 2016. Alguns verbetes envelheceram rápido em apenas dois anos, eu já escrevi alguns mais e novos assuntos apareceram.
Eu pensei em focar a nova edição na análise de dados, mas não sei se combina ou deveria ser outro livro.
Meus 7.722.282 de leitores, sugestões de verbetes? 

18/05/15

Precisa limpar bases de dados? Seus problemas acabaram

Basta usar o Open Refine. Era um produto da Google e passou a ser um produto separado.
É bem fácil de usar e com ferramentas que parecem mágica.
Eu optei por não usar no meu projeto atual, porque quero ter a documentação da limpeza para ser capaz de reproduzi-la  mais adiante.



Web scraping para seres humanos

Mesmo sem saber nada sobre o assunto, com umas oito horas de trabalho,  eu fiz um código no R que: 1) leu milhares de páginas na internet; 2) selecionou as informações que eu precisava; 3) pôs tudo em formato de tabela.
Acreditem: você não precisa ter menos de 25 anos para aprender isso, nem ser um gênio da computação. É moleza, desde que você tenha as ferramentas certas. As duas que eu usei foram:
- rvest: todas as funções necessárias em um só pacote;
- selectorgagdet: ele te mostra onde pescar a informação que você deseja nos arquivos html.
Esse post e o próprio demo do rvest explicam o básico.
Em breve, eu postarei aqui alguns resultados do processo. (Ainda falta gastar umas 20 horas limpando os dados...) 

14/05/15

Debates imaginários (que eu sempre ganho)

Amigo imaginário: "Dinamarca tem política industrial, logo o Brasil tem que ter também."
Eu: "Sim, mas e o Myanmar também deve ter?" 
Amigo imaginário: "Não, porque a qualidade do governo lá é muito ruim. Assim é pouco provável que vão conseguir escolher os setores estratégicos ou os 'winners' decentemente. É provável que possíveis benefícios terminem sendo dissipados pela corrupção ou outras distorções."
Eu: "Ah, você percebeu que o recomendável de política industrial depende da qualidade do governo? Com instituições ruins, o melhor é não fazer política industrial e sim colocar as fichas coisas básicas tipo: saneamento, infraestrutura e educação."
Amigo imaginário: "Percebi! Você me convenceu! Como eu aprendo conversando com o você!"
Eu: "Obrigado!"

FIM

 Envie este texto do grande historiador econômico Douglas Irwin para aquele seu amigo que acha que o Chang é a grande referência em política industrial. Vejam este trecho:
... it is unwise to make policy recommendations based on America’s experience a century ago without appreciating the broader institutional context of the U.S. growth experience and its differences from many developing countries today. In the U.S. case, competitive political institutions and limited government prevented policymakers from pursuing highly damaging policies. Governments in developing countries that are unaccountable, or possess unchecked power, can implement policies that have the potential to impose much greater costs on society for much longer periods of time.
Se isso não for suficiente, o texto do Clemens e Williamson explica a mudança na relação entre protecionismo e crescimento ao longo da história.


"Competição, Instituições e o Declínio do Império Português na Ásia" por João Gabriel Ayello Leite

Por que diabos Portugal perdeu seu Império na Ásia?
Aí vai o resumo da dissertação, orientada pelo Bernardo Mueller, da qual eu fui banca nesta segunda-feira na UnB:

"Competição, Instituições e o Declínio do Império Português na Ásia"
João Gabriel Ayello Leite
Os portugueses foram os primeiros europeus a estabelecer uma presença colonial na Ásia, no começo da Idade Moderna, e os últimos a se retirarem do continente. Apesar de sua presença longeva, o auge do poder português na Ásia ocorreu no século XVI. A rapidez e a assertividade com que os portugueses estabeleceram o monopólio sobre a rota marítima pelo Cabo da Boa Esperança e o domínio sobre as rotas comerciais asiáticas mais lucrativas de seu tempo talvez só seja rivalizada pela forma com que foram deslocados pelos seus competidores europeus. As teses tradicionais que procuram explicar o declínio da presença portuguesa na Ásia enfatizam fatores diversos como recursos econômicos, população, cultura e o contexto asiático. Neste trabalho, apresentamos a hipótese de que um dos fatores que contribuiu de forma decisiva para o resultado da competição entre os europeus na Ásia foi a diferença entre as instituições nesses países. No começo da Idade Moderna, Holanda e Inglaterra contavam com as instituições mais adequadas para incentivar empreendedorismo, investimentos e inovações técnicas e gerenciais, as quais permitiram a exploração mais eficiente do comércio colonial com a Ásia. Dessa forma, Portugal, o primeiro Estado moderno, não foi capaz de competir com as Companhias de Comércio, as primeiras corporações modernas.
A dissertação é ainda mais bacana do que sugere o resumo. Ela tem uma sessão econométrica: a variável independente é o número de viagens/tonelagem e tem um monte de controles e variáveis institucionais.
Vejam só que porcaria era a estrutura de governança da Companhia Portuguesa das Índias (1628):
"Na primeira eleição, para colocar a Companhia em prática, a Coroa nomeou todos os diretores. Todos os nomeados, com exceção de um, eram fidalgos da casa real e nenhum deles tinha capital investido na Companhia."
Além disso, quem fosse condenado por heresia, perdia todo o capital investido. Não tinha como dar certo.
Quanto a dissertação estiver on-line, eu posto o link aqui.


13/05/15

HistData: o pacote mais sensacional possível

Michael Friendly (o nome diz tudo) fez o favor de juntar um monte de bases históricas muito inusitadas em um só pacote para o R. Ele  traz desde os dados do Cavendish (1798) para a calcular a densidade da Terra, as medidas de altura do Galton (o da falácia), o mapa da cólera do John Snow, um experimento maluco do Jevons e mais um monte de outras bases.

11/05/15

Econometria e Feminismo: uma discussão sem motivo no RS

Está causando confusão no Rio Grande do Sul um estudo de duas pesquisadoras e um pesquisador da FEE que aplica Oaxaca-Blinder nas PNAD (pdf). O resultado é o seguinte:

  • Existe uma diferença de 21% de salários entre homens e mulheres no RS;
  • Um terço dessa diferença persiste mesmo controlando por um monte de características observáveis dos trabalhadores (observáveis= variáveis que estão no banco de dados). Ou seja, provavelmente essa disparidade é resultado de discriminação por parte do empregador.

Esse resultado soa bastante favorável às causas feministas. Afinal, o estudo mostra que de fato há discriminação contra as mulheres no mercado de trabalho.
Bom, qual é a fonte da briga? Os controles. Uma das variáveis usadas nas regressões é o tempo dedicado ao trabalho doméstico. Eles gastam 4,6 horas por semana e elas, 15,7. É óbvio que isso já é reflexo dos papéis de gênero na sociedade. (Mais uma vez, fosse eu militante feminista, ficaria feliz que trouxessem esse dado escandaloso à luz. Duvido que a diferença, sei lá, na Finlândia seja tão grande). *
Só por isso acusaram as autoras e o autores de machistas por supostamente "naturalizarem as diferenças entre os gêneros". Ora, quando um estudo controla para certas características, não quer dizer que os pesquisadores concordam, apoiam ou as consideram naturais. O objetivo é decompor a disparidade naquilo que os dados explicam (que é diferente de concordar, apoiar ou naturalizar ) daquilo que deve ser discriminação pura e simples no mercado de trabalho.
Na verdade, o estudo poderia até servir de base para uma agenda muito mais interessante do que brigar com os dados ou com a pesquisa. Com ele pode-se dizer, por exemplo, que as disparidades salariais entre homens e mulheres seriam menores se as atividades domésticas fossem mais equilibradas entre os gêneros.
Em suma: leiam a Claudia Goldin, a grande historiadora econômica da desigualdade de gêneros, antes de arrumar brigas sem razão.
* Decidi não linkar os críticos do estudo.

09/05/15

Cuidado com os instrumentos!


(Não li os textos (ainda). Postei apenas porque as abas estão já abertas por mais tempo do que deveriam estar e eu me sinto culpado pela procrastinação)

07/05/15

Smith sobre colonização

No meu esforço desesperado de auto-promoção, reproduzo aqui um  trecho -não revisto- sobre Adam Smith, tirado do artigo que Philipp Ehrl e eu estamos trabalhando. Sério, vejam só as sacadas do autor escocês, em especial a nota de rodapé 4.

Espero que ainda em maio o texto esteja disponível como TD Ipea. (Viram? Consegui falar de Smith sem tratar da treta com certa comentarista esportiva-econômica).

Aí vai:
"
Como costuma acontecer, é na obra de Adam Smith onde se encontra a origem de ideias relevantes para a Economia. No capítulo On Colonies” de “A Riqueza das Nações”(SMITH, 1776), investiga a história da colonização, sua função econômica e até acena com uma tipologia preliminar baseada na História Antiga.
Smith escreveu o capítulo durante a Revolução Americana (1765-1783) e, portanto, sua preocupação se volta para examinar o papel destas e as consequências econômicas dos “present disturbances (SMITH, 1776, p. 186) para a economia inglesa[1]. Ao fazer o balanço dos benefícios das colônias para a Europa, ele aponta o aumento da diversidade de bens e a expansão do mercado (SMITH, 1776, p. 223). Por outro lado, as distorções causadas pelas restrições ao livre-comércio e os custos de proteção e manutenção das colônias, as tornariam, no cômputo geral, um fardo econômico para os países europeus (SMITH, 1776, p. 225).
Para os fins deste artigo, o relevante é apresentar a oposição entre as colônias gregas e romanas. Smith lembra que a palavra latina “colonia” significava simplesmente “plantation”, enquanto a palavra grega apoixia” remeteria à separation of dwellling, a departure from home, a going out of the house” (SMITH, 1776, p. 209). Ele afirma que nas colônias gregas (SMITH, 1776, p. 209):
The mother city, though she considered the colony as a child, at all times entitled to great favour and assistance, and owing in return much gratitude and respect, yet considered it as an emancipate child, over whom she pretented to claim no direct authority or jurisdiction.
nas colônias romanas, não havia quaisquer interesse de ter um estado indepen- dente. Elas foram criadas como uma forma de que os ricos de Roma tivessem acesso a novas terras. Mesmo tendo alguma autonomia legal, estas deveriam ser vistas como um tipo de corporation” submetidas à autoridade da cidade-mãe.
Ainda sobre as colônias romanas, ele sustenta que elas se localizaram em áreas já povoadas, cabendo poucas terras para novos colonos e sem liberdade para cuidar de seus próprios interesses (SMITH, 1776, p. 2213). Com isso, o desenvolvimento econômico teria sido mais limitado. Além disso, elas seriam fontes de receitas para a sede do império, enquanto o mesmo não aconteceria com as colônias gregas.
Voltando-se para as colônias de sua época, Smith afirma que elas superaram em muito as da antiga Grécia. Apesar de estas, inicialmente, se assemelharem com as romanas, a distância em relação à metrópole as teria tornado mais independentes, em busca de seus próprios interesses. A colônia de uma nação civilizada em uma terra vazia ou esparsamente povoada se desenvolveria com mais velocidade do que qualquer outra. A razão seria que os colonos trariam não maior tecnologia como também as instituições europeias.[2]
Neste momento, Smith faz a diferenciação entre as colônias espanholas e as demais. Aquelas, desde o início teriam sido fonte de receitas para a Coroa enquanto essas foram, em boa parte, esquecidas. O autor prossegue: as colônias espanholas talvez não tenham se desenvolvido justamente pela maior atenção que receberam.[3] A menor liberdade dos colonos espanhóis teria sido uma das causas do seu mais lento desenvolvimento.
Ao voltar o seu foco para colônias inglesas na América do Norte, Smith aponta que, apesar das terras serem inferiores às sul-americanas, as political institutions of the English colonies have been more favourable to the improvement and cultivations of this land” (SMITH, 1776, p. 215). Primeiro, as regras de ocupação da terra teriam gerado uma distribuição mais equitativa, por evitar a apropriação das não cultivadas. Além disso, como a taxação do trabalho dos colonos ingleses era menor, haveria maiores incentivos para produzir e acumular (SMITH, 1776, p. 2213). E, por fim, as colônias inglesas foram favorecidas também por não terem sido submetidas a restrições tão graves no comércio internacional quanto as demais nações do Novo Mundo (SMITH, 1776, p. 216-220). Em suma, as colônias inglesas teriam tido melhor desempenho do que as das demais nações europeias, por não serem tão “iliberais” quanto as demais.
Smith antecipa a literatura ao tratar do papel das instituições de mercado e do capital humano para as diferentes trajetórias das colônias[4]. Apesar de Smith iniciar a análise com um esboço de tipologia das colônias, ele acaba a desenvolvendo com ênfase no caráter da ocupação dados pelas diferentes potências coloniais. Em alguns momentos (p. 234), ele traça paralelos entre as colônias britânicas no Novo Mundo e as gregas da Antiguidade; e também o faz entre as colônias romanas e as de Portugal e Espanha (p. 224). Ou seja, Smith início a ideia de uma tipologia colonial, mas não a aprofunda tanto quanto os autores que se seguiram."




[1] A Riqueza das Nações foi publicada em março de 1776, 4 meses antes da Independência dos Estados
Unidos.
[2] Nas suas palavras (SMITH, 1776, p. 212 ): The colonies carry out with them a knowledge of agriculture of other useful arts, superior to what can group up of its own accord in the course of many centuries among savage and barbarous nations. They carry out with them, too, the habit of subordination, some notion of the regular government which takes place in their own country, of a the system of laws which support it, and of a regular administration of justice; and they naturally establish something of the same kind in the new settlement.”
[3] Sobre o Brasil, Smith tem uma interpretação curiosa. Segundo ele, antes de terem sido encontrados metais preciosos, durante o período de esquecimento, o país teria se transformado em uma “great and powerful colony.” (SMITH, 1776, p. 213 ).
[4] O autor se mostra premonitório ao se referir ao futuro das lideranças políticas das colônias da América do Norte (SMITH, 1776, p. 236): “From shopkeepers, tradesmen, and attornies, they are become statesmen and legislators, and are employed in contriving a new form of government for an extensive empire, which, they flatter themselves, will become, and which, indeed, seems very likely to become, one of the greatest and most formidable that ever was in the world”.

05/05/15

Anúncios diversos


  • Chamada para o 62nd  North American Meetings of the Regional Science Association International em Portland;
  • Site novo da Associação Brasileira de Estudos Regionais e Urbanos. Em breve, a chamada para o encontro anual estará no ar;
  • Edital aberto para o mestrado e doutorado em Economia na UCB (nota 5 na Capes). Como vocês sabem, eu sou professor por lá.