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Colonial Institutions, Slavery, Inequality, and Development: Evidence from São Paulo, Brazil

- Todo mundo está comentando o mais recente artigo do Summerhill. Aí vai o abstract (grifos meus):

Brazil is frequently portrayed as exhibiting persistent and structural economic inequality that is rooted in the early colonial experience, and is believed to undermine development in the long run. I construct original measures of agricultural inequality for 1905 in what is today Brazil’s largest state, using farm-level micro data for some 50,000 farms. Using these measures of inequality, along with contemporary covariates and other historical variables I assess the impact of colonial institutions, slavery, farm inequality, and political inequality on long-term development in São Paulo. The principal findings are: (1) a potentially coercive colonial institution, the aldeamento, is positively correlated with income per capita at the end of the twentieth century; (2) measures of the intensity of slavery have little if any independent impact on income in 2000; (3) farm inequality was not persistent in São Paulo at the county level over the twentieth century; (4) in both OLS and IV estimates, no negative effect can be found for 1905 inequality on long-term development; (5) political inequality in the early twentieth century, measured by the extent of the franchise, is unrelated to contemporary farm inequality, and also unrelated to long-term economic growth; and (6) the provision of local public goods in the early twentieth century, measured by local public education outlays, has a positive impact on long-term development, but was not related to contemporary economic or political inequality. Overall, neither the intensity of slavery nor the pattern of inequality had any discernable negative economic impact in the long run.

Coisa fina.

Comentários

Arthur disse…
Se esse artigo estiver certo ele simplesmente derruba a tese do Engerman e Sokoloff e do Acemoglu, Johnson e Robinson. Vou até ler para conferir os potenciais problemas! Porque são resultados estranhos.
Anônimo disse…
O resultado sobre a intensidade da escravidao eh bem conhecido por qualquer estudioso de historia brasileira - o epicentro da escravidao no Brasil do seculo XIX era o Sudeste.
Caro Arthur,


Engerman e AJR estao jah tomaram umas boas bordoadas.

Caro Anonimo,
E? A novidade do texto eh outra... vc nao leu, neh?
Josiel Dias disse…
Olá meus queridos irmãos, Graça e Paz.

Como é maravilhoso encontrarmos textos que nos fortaleça na fé, não é mesmo? Parabéns pelo maravilhoso trabalho, muito edificante.
Vivemos dias de tribulações e esfriamento na fé, e muitas heresias onde muitos estão se alimentando de alimentos não sólidos e contaminados sendo assim adoecem espiritualmente se não tratados morrem na fé. Nestes últimos dias tem Deus levantado, homens e mulheres com compromissos de divulgar a palavra de Deus em tempo ou fora de Tempo “Gloria a Deus” . Trazendo mensagens edificantes aos nossos corações. Como sempre tenho dito: Aprendendo uns com os outros crescemos na graça e no conhecimento do nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo.
Gostaria de aproveitar a oportunidade e compartilhar o nosso “blog”:Gostaríamos muito de contar com sua visita e comentários. Deus te abençoe ricamente.

“Mensagem Edificante para Alma”
http://josiel-dias.blogspot.com/


Josiel Dias
Cons. Missionário
Congregacional
Rio de Janeiro
Spammer carola?!?!?
Que santo dawkins me proteja!!
Arthur disse…
Concordo com você que o Engerman e o AJR já tomaram muitas porradas. Mas se eu não li errado o artigo tanto o resultado da desigualdade quanto o da intensidade da escravidão (que de alguma forma é algo que mede desigualdade política) vão bastante contra a literatura, não acha?

Considero que existe uma 'disputa' sobre primazia entre desigualdade política e econoômica como determinantes das instituições e, portanto, do desenvolvimento econõmico. Mas em geral sempre vejo alguém dando suporte a alguma das duas idéias...
Concordo plenamente, Artur. abracos,leo

(minha resposta era mais sobre o comentario do primeiro anonimo)

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