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Um benefício extra do "Não" paraense

Como meu colega Rogério Boueri argumentou, o "não" para o desmembramento do Pará fez um bem tremendo para as finanças públicas (aka "seu bolso") e para a racionalidade econômica.
Agora, para quem faz trabalhos empíricos, a decisão dos eleitores paraenses nos poupará de um monte de ¨Dissolve¨ no ArcGis da vida! Que alívio!
Atualização: corrigi o título! Obrigado aos que me avisaram!

Comentários

Anônimo disse…
Enquanto isso, no RS querem criar mais um "poder", além dos cinco existentes (ministério público, judiciário, tribunal de contas, legislativo, defensoria e executivo). Fala-se em "poder" porque tem autonomia financeira, ou seja, eles próprios decidem seus orçamentos. Trata-se do Ministério Público de Contas. Vem ai mais carros com motoristas, altos salários, elevadas aposentadorias, prédio, etc. É o Estado patrimonialista em ação.

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" "Nunca brigue se o adversário estiver a mais de dois desvios padrãode você em qualquer dimensão: conhecimento, ideologia, inteligência ou porte físico." Se você não sabe o que é desvio padrão, nenhum problema. Traduzindo: nunca brigue se o adversário for muito melhor ou pior do que você em qualquer dimensão: conhecimento, ideologia, inteligência ou porte físico. Se o adversário é muito mais inteligente ou conhece muito melhor o assunto, ouça-o com atenção, faça as perguntas relevantes e aprenda. Não é vergonha. Agora, se o sujeito é burro ou ignorante no assunto, o melhor é desconsiderar. Afinal, qual é a…

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