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Perspectivas para as tendências demográficas brasileiras por Fábio Giambiagi

Aqui (pdf). (via JR Afonso). Em 54 slides dá para ver como o bicho vai pegar. A nossa única esperança de salvação é a singularidade .

Comentários

Drunkeynesian disse…
Singularidade (genial):

http://abstrusegoose.com/392
muito bons os slides. e sobre a 'singularidade', a parte de "Perigos potenciais" parece ter sido tirada da desciclopedia! hehe
é, Leonardo:
acho que a moral daquela história do Giambiaggi é puramente reacionária: ele diz que o futuro nos condena, e parece piada. condena por vivermos mais? o que faltou naquela aula moralista sobre a persistência do desejo de viver dos velhos é comparar os ganhos de produtividade das economias global e locais nesses períodos. não é à toa que o PIB per capita mundial é muito maior do que em 1970!

o que precisa ser feito não é incentivar os velhos a morrerem mais cedo, mas mudar as regras da distribuição entre ativos e suas crianças e seus velhos. os meninos de rua e os velhos de fila do INSS, por exemplo.

eu não duvido que haja evidência de que a produtividade do trabalho dos velhos de 74 anos (mantidos no mercado de trabalho por FHC) seja espantosamente menor do que a de homens e mulheres maduros, digamos de 35 anos. a questão seria avaliar a "perda" de eficiência e se não seria o caso de uns subornarem os outros para ou morrerem ou se aposentarem.
DdAB
Chutando a Lata disse…
Me aproximo ao que o Duilio diz. O triste é ver um debate carregado de interesse político e de baixo teor em teoria econômica. Li há algum tempo um pequeno trabalho da turma do DIEESE: A Previdência Social Brasileira tem déficit? Será que o que a turma do DIEESE diz é lixo?

Porém o que mais me intriga nestes analistas é a falta de entendimento do básico em economia. Se a turma está ficando velha e os jovens não procriam, qual a consequencia econômica óbvia? Simplesmente que os velhos irão consumir o que herdaram e o que fizeram. Como isso se dá? Consumindo impostos em seu benefício. A turma jovem estaria de fato encolhendo o "país". E o mais importante ainda: quem é o dono do capital? O velho ou o novo? Eu, com quase 60 anos, sei a resposta.

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